confuso, confuso, confuso sim gabe! mas gostei! e concordo com mta coisa do q vc disse p. exemplo de que agnt ia valoriza mto a morte c a perdessemos ou q temos q valorizar a vida pq a temos e nao importa q um dia nao a teremos mais... enfim.. fika pra outro post! agr to cansada, confusa tb. Crise existencial!? nao sei, os anos vao passando, agente acha q fez mta coisa mas para pra pensa q em tanta coisa talvez nao tenha separado tempo pra pensa em coisas simples (ou nao tao simples) como essa discussao.. nao que seja simples, mas é algo tao banal q passa desapercebido, e qnd prestamos atençao nao sabemos que resposta dar, pra que lado virar, que posicao tomar... mais crise!! e os anos vao passando mais! 20 anos! 2 décadas.. mta coisa vem a cabeça! amigos, familia, estudo, futuro... temos mto mas nao temos nada, queremos mais ainda mas quando alcançamos nao estamos satisfeitos porque nao temos o que agora, no momento novo, queremos.. enfim é isso
desculpa a falta de nexo nesse post tb mas eh q falta pouco pra 00:00 dia 23.. onde td começou.. e por onde td vai passar ateh acabar...
quinta-feira, 22 de março de 2007
Bom, lá vou eu.
Complicado, complicado.
Meu medo de Nietzsche sempre aumenta, a cada leitura ou pesquisa sobre a vida e teorias dele.
Claro que a morte seria o nada. Mas, na minha opinião, o medo dela vem do medo do desconhecido. Sempre, sempre, sempre.
Eu tava agora pensando, damos valor no momento que perdemos. Damos valor à vida por sabermos que iremos perdê-la. Ou não. Ou vivemos o tempo todo com medo da morte, sem saber por onde seguir no momento de aproveitar. Acho que vivemos no 'ah, carpe diem' mas nunca aproveitamos de verdade. Se fossemos ver e entender o que cada minuto significa. Como quando os rapazes que trabalham para a Immacolata que comentavam sobre a falta de tempo enquanto esperavam pelo ônibus, sobre a pressa que sempre temos. Até que a Alejandra disse: 'Paciência, agora é hora de esperar o ônibus'.
Na verdade, eu acho o ser humano burro. Acho a nossa criação medonha, de esconder a morte e o que ela é na verdade. Há algo de uma elevação sobrenatural que nos faz achar que, morrer, é o interromper, do fluxo de pensamento, de construções. Nada mais natural do que a morte. Perder o direito de morrer, talvez, nos fizesse dar valor a ela ['Intermitências', novamente].
Voltando, acho uma espécie de sentimento medíocre, o de valorizar quando perde. Valorizemos enquanto temos, descubramos o que há de melhor, de tirar um proveito. Dessa forma, deveríamos mudar totalmente a forma como vivemos. Se não houvesse tanta pressa, saberíamos da existência da morte e ficaríamos felizes tanto porque ela existe quanto porque a vida existe. Associo isso tudo à falta de tempo para pensar, para ponderar e aceitar o que é correto ou inevitável. A partir daí, estudar o que não podemos mudar, 'o nosso encontro com o único mal irremediável' como dizia o próprio Chicó, no 'Auto da Compadecida'.
Não vale só para a morte. Entendamos, Lu, aceitemos [ou não], estudemos. Rá, o não-aceitar tornar-nos-á imortais. E o medo disso?
Confuso, confuso, eu sei. Sinto muito, Lu. Foi uma linha de pensamento feia. Prometo organizar-me melhor na próxima. =*
Complicado, complicado.
Meu medo de Nietzsche sempre aumenta, a cada leitura ou pesquisa sobre a vida e teorias dele.
Claro que a morte seria o nada. Mas, na minha opinião, o medo dela vem do medo do desconhecido. Sempre, sempre, sempre.
Eu tava agora pensando, damos valor no momento que perdemos. Damos valor à vida por sabermos que iremos perdê-la. Ou não. Ou vivemos o tempo todo com medo da morte, sem saber por onde seguir no momento de aproveitar. Acho que vivemos no 'ah, carpe diem' mas nunca aproveitamos de verdade. Se fossemos ver e entender o que cada minuto significa. Como quando os rapazes que trabalham para a Immacolata que comentavam sobre a falta de tempo enquanto esperavam pelo ônibus, sobre a pressa que sempre temos. Até que a Alejandra disse: 'Paciência, agora é hora de esperar o ônibus'.
Na verdade, eu acho o ser humano burro. Acho a nossa criação medonha, de esconder a morte e o que ela é na verdade. Há algo de uma elevação sobrenatural que nos faz achar que, morrer, é o interromper, do fluxo de pensamento, de construções. Nada mais natural do que a morte. Perder o direito de morrer, talvez, nos fizesse dar valor a ela ['Intermitências', novamente].
Voltando, acho uma espécie de sentimento medíocre, o de valorizar quando perde. Valorizemos enquanto temos, descubramos o que há de melhor, de tirar um proveito. Dessa forma, deveríamos mudar totalmente a forma como vivemos. Se não houvesse tanta pressa, saberíamos da existência da morte e ficaríamos felizes tanto porque ela existe quanto porque a vida existe. Associo isso tudo à falta de tempo para pensar, para ponderar e aceitar o que é correto ou inevitável. A partir daí, estudar o que não podemos mudar, 'o nosso encontro com o único mal irremediável' como dizia o próprio Chicó, no 'Auto da Compadecida'.
Não vale só para a morte. Entendamos, Lu, aceitemos [ou não], estudemos. Rá, o não-aceitar tornar-nos-á imortais. E o medo disso?
Confuso, confuso, eu sei. Sinto muito, Lu. Foi uma linha de pensamento feia. Prometo organizar-me melhor na próxima. =*
A Vida só vale pelo que ela não é

Então, depois de uma PUTA aula do Clóvis, nao vou resistir e postar uma discussão sobre só um dos mtos pontos q ele abordou!
A Vida só vale pelo que ela não é! Porque valorizar a vida? Porque sabemos q um dia ela terá fim. assim como valorizamos a saúde quando estamos doente, um amigo quando há a separação ou quando nos lamentamos pelo amor que perdemos, damos tanto mais valor à vida quanto sentimos, através das experiências e da percepção da morte alheia, que a vida é efêmera. Então, se é na finitude da vida que se encontra a razão de sua valorizaçao podemos dizer que é na morte que encontramos a prova final que precísavamos para "cair na real".
A morte é que dá valor à vida
É ela que, de uma maneira mtas vezes brusca, e para nossa cultura, de uma maneira bastante dolorosa, evidência a breviedade da vida. É ela que nos joga na cara que a vida nada mais é do que uma passagem pela terra, uma passagem que tem dia e hora marcada pra acabar.
É essa certeza do fim que tanto nos assusta e é o que nos faz valorizar cada minuto da vida. Segundo Platão; o valor se dá pelo que falta. tem casos, inclusive, em que agente tem consciência de que não tem (temos consciência da falta), e valorizamos isso a tal ponto que estamos dispostos a enfrentar dificuldades e fazer sacrifícios para conquistar-lo, às vezes já sabendo que valerá a pena, às vezes prontos pra correr o risco.
Se a vida fosse eterna, (à la Saramago em "Intermitências da Morte"), e tivéssemos a ctz de que ela nunca nos faltaria,(além do caos!) não seríamos tão eufóricos quanto a cada experiência e oportunidade, não buscaríamos viver tão intensamente cada momento: aproveitar cada festa, lutar por cada sonho, amar intensamente familiares e amigos, saborear cada doce que colocamos na boca. O fazemos somente ao perceber, que o relógio da vida está permanentemente em contagem regressiva, e não podemos revertê-lo...
Ae Gabe, é umas das coisas q ele discutiu! Tem mtoo mais coisa, eu vo colocando aos poucos ateh a aula q vem ok!? E não tenha medo do Nietzsche ele parece ser bemmm styleee! apesar de ser mtoo ateu pro meu gosto hahaha
sexta-feira, 16 de março de 2007
O Porquê

Todo blog tem um porquê. Uma idéia, uma necessidade, um insight, uma loucura. O deste nasceu justamente de uma idéia, uma necessidade, um insight e uma loucura. Publicar as discussões que surgem durante nossos almoços no bandejão. Sempre com algum tema, no mínimo polêmico, as discussões, que na verdade nunca se limitam às mesas do refeitório, serão aqui expostas, ou ao contrário, serão aqui levantadas para serem por lá discutidas. Por isso crio este blog, com a intenção de expor num meio, potencialmente democrático e público (isso já pode ir para a lista de discussões), nossas opiniões, curiosidades e viagens sobre os mais diversos assuntos. Como comunicólogas "wanna be" nada mais justo que entrar para o blogger space e usufruir deste novo recurso para compartilhar as mais sérias e divertidas, as melhores e piores conversas que se poderia imaginar!!!
Se alguem chegar a entrar neste blog, fique a vontade para comentar, opinar ou discordar de nossas opiniões, o que importa é participar!
Lu
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